Confraria do Alto Beco do Fuxico

Bebemos porque é líquido, se sólido fosse, mastigaríamos

domingo, 25 de março de 2012

MORRE ROMILDO FERNANDES

Walmir Rosário, José Adervan, Romildo Fernandes e Mariosvaldo  Macedo (de costas) no Alto Beco do Fuxico
O engenheiro e empresário agropecuário Romildo Fernandes faleceu às 2 horas deste sábado (24), em São Paulo, onde realizava tratamento cardíaco. Há algum tempo Romildo lutava contra problemas de saúde. Romildo deixa a esposa e dois filhos.
Romildo Fernandes é um homem de personalidade forte, apesar de tímido, determinado no que se propunha fazer. Ultimamente era um dos maiores incentivadores da luta pela recuperação da lavoura cacaueira e os desmando praticados pelos introdutores da vassoura-de-bruxa nos cacauais do Sul da Bahia.
O corpo de Romildo será transferido para Salvador, onde será sepultado neste domingo (25).
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BARRAKITIKA RESISTE E COMPLETA 31 ANOS


Um dos famosos Carnaval dos Carnavais promovido pelo Clube RM na Barrakitika, com música saudosista 
A extensão do lar. Assim é considerado o bar que cada um frequenta. Há quem diga que todo o mundo tem um botequim para chamar de seu. E é verdade. Em Ilhéus, um desses espaços etílicos é a Barrakitika, comandada com competência por Bruno Susmaga há 31 anos.
Claro que existem botequins para todos os gostos, indo desde o tradicional pé-sujo, o dos frequentadores no pé-do-balcão, até os mais sofisticados, que exibem um cardápio de fazer inveja aos mais refinados. Pois a Barrakitika está incluída nesse grupo, com uma cozinha maravilhosa, bebidas das mais variadas, daquelas que dá pra fazer um tour pelo mundo inteiro.
Porém, como não é só comida e bebida que faz o homem feliz, o botequim precisa ter alma. Sim, isso mesmo, alma, o mesmo que aquela sensação agradável que sentimos quando aconchegado, não importando o lugar, desde que rodeado de amigos, bom papos, histórias mil. E na Barrakitika isso tem de sobra, senão, vejamos:
Qual o botequim que se dá ao luxo de ser porta de entrada e saída (claro) e corredor da Casa dos Artistas, onde se exercita o mais fino teatro de Ilhéus? Qual o melhor local para sediar o Clube RM (ou dos Rolas Murchas, como queiram), com reuniões ordinárias a partir do meio dia de todos os sábados e um grito de Carnaval (também no sábado)? Somente na Barrakitika, especialmente localizada no providencial Beco das Marchinhas.
Até mesmo o todo-poderoso presidente da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique) – com todos os poderes que lhe são revestidos como ser imortalcoolizado – já utilizou os serviços da Barrakitika para lançar o livro “A Mulher do Lobisomem”, com direito a sessão de autógrafos e tudo mais que tem direito.
E para mim a Barrakitika não podia ser indiferente, frequentador que sou dos botequins. Tanto, assim que em 27 de novembro de 2004, publiquei uma crônica no Jornal Agora, sobre a democracia reinante nos botequins, incluindo, aí a Barrakitika. Para os saudosistas que queira relembrar…não façam cerimônia.

Democracia a toda prova

Walmir Rosário*
Nada melhor do que jogar conversa fora num botequim. Quem conhece a filosofia dos frequentadores dessas extensões do trabalho e de casa sabe que não existe nada melhor do que uma boa discussão para voltar pra casa aliviado das tensões após um dia de trabalho estafante. Até hoje não sei por que cargas d’água os médicos (principalmente os cardiologistas) não prescrevem para os estressados candidatos a pontes de safena uma passadinha diária num dos muitos botequins dacidade.
Botequim que se preza deve oferecer aos clientes boas e variadas bebidas, cerveja gelada e tira-gostos de se comer “rezando”. Taí uma receita que não falha e depende apenas de acrescer uma boa dose de atendimento exemplar, que o sucesso está assegurado. Com todos esses ingredientes, bons clientes chegarão aos borbotões, e como o homem é um ser gregário, aí é só ir fazendo a seleção natural.
Eu mesmo conheço vários em diversas cidades, aos quais faço questão de frequentar sempre que retorno, pois vejo os amigos, fico a par das notícias passadas e ainda posso fazer previsões para o futuro. Em Ilhéus, até hoje “choro” o desaparecimento do Sancho Pança, reduto de vários “tribos”, que se reuniam em vários ambientes.
Mas como Secundino decidiu mudar de ramo, mudaram-se também os clientes para a não menos gostosa Barrakitika, que resiste bravamente até hoje, reunindo artistas e intelectuais das mais diversas expressões, boêmios de todos os naipes, executivos e até quem não gosta de nada disso e só quer beber em paz. Aos poucos, esses importantes redutos vão caindo, enquanto outros, como os botecos do Beco do Fuxico, em Itabuna, a exemplo do ABC da Noite, Whiskitório, e o Ithyel (hoje, Artigos para Beber, de Eduardo), vão ficando como os últimos bastiões da democracia.
Democracia, sim, porque não há outro local onde o contraditório, a discordância de idéias sejam tão respeitados como numa mesa de bar. E vai além, nesses locais, o debate vai muito além das quatro cadeiras (de uma mesa) e chega até às mesas vizinhas sem a menor cerimônia. Esporte, vida alheia e política são as mais preferidas, esta última capaz de exaltar os ânimos dos mais comedidos (a depender de quantas doses já tenham tomado), e tudo fica esclarecido.
Que maior exemplo de democracia poderia ser apresentado ao leitor do que a mesa de bar, onde os pares se reúnem sem pauta prévia nem obrigação de presença e dentro dos mais altos padrões de civilidade. No caso do bar, ainda levam muita vantagem em relação a muitas câmaras municipais, já que não complicam a vida dos munícipes nem gastam o dinheiro do contribuinte. Sem contar que debatem assuntos da comunidade.
Com isso não quero aqui execrar o trabalho dos ilustres edis, cada vez mais repudiados pelos nossos eleitores, principalmente por não costumar honrar, durante o mandato, os compromissos assumidos na campanha. Os altos subsídios (salários) percebidos para fazer pouco (ou, em alguns casos, nada) também são motivos de baixa reputação dos nossos eleitos junto à plebe ignara.
Nada mais nos resta do que, com todo o respeito, reivindicar junto aos nossos deputados federais, senadores e ao presidente da República, a convocação de uma Constituinte, para que possamos modificar o papel dos parlamentares municipais. Ao invés de eleições caríssimas, poderíamos eleger alguns bares da cidade e, através do debate democrático exercido pelos freqüentadores, apreciar (democraticamente) e aprovar as questões mais prementes da sociedade.
Uma idéia de vanguarda como essa poderia fazer com que os políticos passassem a agir de acordo com a vontade das bases, atuando em sistema de rodízio, de acordo com a proximidade da questão. Assim, o povo do São Caetano não estaria interferindo nas questões da Califórnia e vice-versa. Porém, a maior contribuição seria a conscientização sobre a necessidade do exercício da democracia, sem pressões, como exercem hoje nossos prefeitos.
*Advogado, jornalista e frequentador assíduo de botequins.

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sábado, 10 de março de 2012

Alambique desbanca pesquisa americana

Em assembleia extraordinária realizada na noite desta sexta-feira (9), no Alto Beco do Fuxico, a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique) desqualificou a pesquisa realizada por três cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que destacam um responsável pela mudança na saúde pública mundial, além do cigarro e do álcool: o açúcar.
Na pesquisa, os autores afirmam que os efeitos danosos do açúcar no organismo humano são semelhantes aos promovidos pelo álcool e que seu consumo também deveria ser regulado. Isso porque de acordo com as Nações Unidas, doenças crônicas não transmissíveis como câncer, diabetes e problemas no coração já são responsáveis por cerca de 35 milhões de mortes ao ano.
O argumento utilizado pelos acadêmicos imortalizados no álcool foi o de que a pesquisa é inócua, pois há anos o tema é de largo conhecimento no Alto Beco do Fuxico e bares afamados de Itabuna que, ao prepararem a bebida, perguntam aos clientes se preferem adoçantes ao uso do açúcar. Em alguns casos, a depender do grau da diabetes, recomendam a caipirinha sem doce algum.
Como a matéria foi de amplo consenso entre os acadêmicos, nada mais foi dito nem perguntado, expedindo-se uma nota oficial sobre o assunto, censurando os cientistas e a universidade por gastarem o dinheiro do contribuinte americano com pesquisas de somenos importância. Após a conclusão da nota, os acadêmicos sorveram altas doses de caipirinha, com açúcar, por não estarem incluídos nesse grupo de risco. 
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

SEBASTIÃO NERY É O NOVO IMORTAL DA ALAMBIQUE

Sebastião Nery com Daniel Thame e Walmir Rosário: imortalcoolizado
Criada em Itabuna e já devidamente instalada em Ilhéus, a Academia de Letras, Artes, Biritas, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc, a gloriosa  ALAMBIQUE, expande-se para o Brasil inteiro. Na segunda-feira (26) durante um lauto almoço in petit comite oferecido pelo jornalista José Adervan em seu palacete no Góes Calmon (como diriam os centenários colunistas sociais), foi imortacoolizado o jornalista Sebastião Nery, um dos mais longevos e respeitados profissionais de comunicação do país.
Pilotando um vinho bourbon dos mais honestos (francês legítimo), Nery passou à imortalidade sob as bênçãos desse blogueiro, presidente vitalício, imortalicio e ditatorialicio da Alambique e do vice Walmir Rosário, que preferiram uma cachaça mineira igualmente  honesta.
Inspirado pela imortalidade que lhe foi concedida em terras grapiúnas, Sebastião Nery, que nasceu em Jaguaquara, na Bahia, perpetrou uma das histórias mais engraçadas do ágape, em tarde finas iguarias e bebidarias.
Ao questionar o cartunista Jaguar, bebedor sacramentado e juramentado, porque ele, passando dos 80 anos, não largava o copo, ouviu uma resposta lapidar:
-Nery, se largar o copo eu perco e equilíbrio e caio.
Eis aí um alambiquista nato!
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Itassuci no Alto Beco do Fuxico

Itassucy e Banda animam confrades e imortais no Alto Beco do Fuxico


Nesta sexta-feira (9), a partir das 19 horas, Itassucy e Banda se apresentam no Alto Beco do Fuxico, em Itabuna. O evento é promovido pela Confraria do Alto Beco do Fuxico, em parceria com a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc (Alambique), para a confraternização de Natal dos confrades e imortalizados (conservados no álcool, melhor dizendo).

O palco dos festejos, como não poderia deixar de ser, é o salão de festas da Confraria do Alto Beco do Fuxico e da Alambique, localizado na travessa Ithiel Xavier.
Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 15:04 Nenhum comentário:

A ALAMBIQUE METE A COLHER (OU O COPO) NA GUERRA DE EGOS DA ALITA

Vai um chazinho de cana aí pra relaxar, irmãos de imortalidade?
A guerra de egos que explodiu na recém criada Academia de Letras de Itabuna (Alita), envolvendo o imortalmente e internacionalmente conhecido poeta Cyro de Mattos e o presidente da casa, excelentíssimo e imortalíssimo juiz Marcos Bandeira mostra o quão foi acertada a criação da Academia de Letras, Artes, Biritas, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc, a gloriosa  ALAMBIQUE.
Na diatribe de Cyro, sobrou até para o bispo Dom Ceslau e para o editor Agenor Gasparetto, sem contar com o time de pretensos imortais da equipe do Capitão Azevedo, alvejados pela língua ferina do poeta.
Pois na ALAMBIQUE, que tem este blogueiro como fundador e presidente vitalício e Walmir Rosário como vice igualmente vitalício (ambos imortalicios também), isso não acontecerá jamais.
Primeiro porque o regime é ditatorial. Quem discordar do presidente e do vice perde o direito à cachaça grátis.
Segundo, porque a ALAMBIQUE não tem sede, nem mobiliário, nem vestuário. Tem é sede de uma branquinha honesta, e isso a gente degusta num bom boteco e ultimamente na sala de José Adervan e seu farto estoque.
Terceiro porque, cá pra nós, tem gente se leva a sério demais.
E disso, embora imortais, a gente morre de rir.
Os pobres mortais que desejam conhecer os motivos das futricas na Alita pode acessar aqui o Pimenta Blog.
DO BLOG DO THAME
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sábado, 29 de outubro de 2011

Alto Beco do Fuxico entra na era de Balzac


A placa com o nome da rua foi afixada no  bar de origem
Nem mesmo o filósofo Honoré de Balzac pode avalizar a passagem do Bar do Ithiel para a casa dos 30 anos. Pois é, tirando os que não conseguiram – por contingências biológicas – a presenciar o aniversário, os que ainda continuam vivos comemoraram com muita vibração a entrada na terceira década de existência etílica.
Dos que ainda continuam vivos, algumas ausências foram notadas, a exemplo de Manuel Aquino (Cambão), Jacozinho, Napoleão Guimarães, José Ribeiro, Dudu Rocha (internado em Ilhéus), Gilson Babaca (enterrado no Banco da Vitória), e os inimigos Carlucha e Faruk (por motivos óbvios), dentre outros. Mesmo assim, as ausência foram lembradas com a farta distribuição de cachaça de alambique (não confundir com a Academia).
A fila do "INSS" do mocofato
Mas, como sempre, festa no Alto Beco do Fuxico lembra comemorações, feitas no mais alto estilo, conforme os manuais de relações públicas do promoter José D’Almeida Sena. Dentro desse preceito, além de cerveja gelada, os festejos foram reforçados com um suculento “mocofato”, que levou a assinatura de Danilu’s Bar.
Pois é, tanto conversa jogada fora é para explicar os 30 anos da implantação do Bar do Ithiel, ponto de resistência etílica encravada no Alto Beco do Fuxico, por Ithiel Pedreira Xavier em 28 de outubro de 1981. Durante esse tempo, milhares de hectolitros de cerveja foram consumidos pelos clientes cativos do bar, alguns já desaparecidos, enquanto outros tantos foram chegando e permanecendo.
Para completar a festa, o Alto Beco do Fuxico, ponto de referência da boemia itabunense, transformou o aniversário em homenagem ao criador do reduto. A partir de agora, o trecho compreendido entre as ruas Duque de Caxias e Ruffo Galvão passou a ser chamado (de fato e de direito) de Travessa Ithiel Xavier, numa homenagem mais do que merecida.
Davidson, com Wenceslau, lembra de Bebeto no Beco
Para dar cunho oficial à homenagem, o vereador Wenceslau Júnior apresentou projeto de lei na Câmara de Itabuna, modificando o nome logradouro. Projeto mais do que justo, conforme a avaliação dos vereadores, que o aprovaram por unanimidade. Mesmo antes de da sanção do prefeito, foi confeccionada uma placa com o novo nome da travessa e afixada na última sexta-feira (28), com a presença dos frequentadores e o vereador.
Ressaltando um dos clientes fundadores do Bar do Ithiel, o presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, lembrou que o bar era um dos locais preferidos do seu pai, o artista plástico e decorador Alberto Messias. Segundo Davidson, o Bar do Ithiel não era simplesmente um bar e sim foi uma confraria de amigos, que mesmo professando os mais diferentes credos e convicções políticas, sempre mantiveram uma perfeita harmonia.
DEMOLIDOR DE MITOS
Ana Carolina não quis correr novo risco e foi comemorar o aniversário de casamento no Alto Beco do Fuxico
Considerado um “clube do Bolinha”, a primeira mulher a frequentar o Bar do Ithiel foi Vera Rodrigues, que sempre acompanhava um dos fundadores do bar, Paulo Fernando Nunes da Cruz, o Polenga, seu esposo. Após quebrado o mito, várias esposas passaram a frequentar o Alto Beco do Fuxico, inicialmente durante as confraternizações de Natal e São João.
Um dos casos que mais chamou a atenção foi a ausência do advogado Pedro Carlos Nunes de Almeida na comemoração do seu nono aniversário de casamento. Pepê, como é mais conhecido, faz parte da turma que promoveu a mudança do mobiliário para a fundação do bar. O problema era que no mesmo dia de fundação do bar, 28 de outubro de 1981, era o aniversário do seu casório, para o desespero da família.
Taninha Barreto foi debutar nos 30 anos do Alto Beco
Agora, durante a comemoração dos 30 anos, Ana Carolina não se fez de rogada e foi comemorar o aniversário de 39 anos de casamento no Alto Beco do Fuxico. Assim como ela, a Tânia Barretto (Taninha) também resolveu debutar no Alto Beco do Fuxico, ao acompanhar o seu esposo, Rafael Barreto, membro da Confraria do Alto Beco do Fuxico.
Dejaci, da Banda Lordão, animou a festa dos 30 anos
Do mesmo modo, frequentadores, confrades e acadêmicos da Alambique comparecem com suas esposas para assistir o show musical dado pelo músico Dejaci, da Banda Lordão. No repertório, músicas de todos os tempos e dos diversos estilos.
VEJA TODAS AS FOTOS DA COMEMORAÇÃO DOS 30 ANOS DO ALTO BECO DO FUXICO

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Alto Beco Fuxico completa 30 anos e Ithiel Xavier dá nome à travessa


Ithiel Xavier, empresta nome ao Alto Beco
Fundado em 28 de outubro de 1981, o Bar do Ithiel completa 30 anos nesta sexta-feira (28) e é alvo de comemorações no Alto Beco do Fuxico. A partir das 18 horas, desta sexta, a Confraria do Alto Beco do Fuxico se reúne para bebemorar a data, relembrando os frequentadores do antigo Bar do Ithiel, que atualmente se divide em “Artigos para Beber” e “Whiskytório”.
Na festa dos 30 anos os confrades do Alto Beco do Fuxico farão reunião conjunta com a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Utopia e Etc. (Alambique) para inaugurar um toldo de proteção contra sol e chuva. Toda a festa será regada com cachaça de alambique (naturalmente) e mocofato, uma das especialidades do cardápios dos confrades e acadêmicos.

TRAVESSSA ITHIEL XAVIER
Para completar a solenidade, o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) entregará aos confrades e acadêmicos cópia da lei que institui novo nome do trecho da (antiga) travessa Adolfo Leite, entre as ruas Duque de Caxias e Ruffo Galvão, que passará a se chamar “Travessa Ithiel Xavier”, numa homenagem ao fundador e proprietário do bar que deu origem à Confraria do Alto Beco do Fuxico.
Com a presença do vereador Wenceslau Júnior, uma placa com o nome da rua será afixada no local. O projeto de mudança do nome da travessa foi de autoria do vereador, atendendo à solicitação dos frequentadores do local, através de um abaixo assinado. Relatado pelo vereador Solon Pinheiro, o projeto foi aprovado quarta-feira (26), em primeira votação, e quinta-feira (27), em segundo e último escrutínio, todos por unanimidade.
Hoje são dois bares à disposição dos confrades



JUSTIFICATIVA DO PROJETO
Segundo a justificativa do vereador Wenceslau Júnior, de comerciário a comerciante, Ithiel Pedreira Xavier construiu uma legião de amigos, que o acompanhavam por onde estivesse. No Grapiuna Tênis Clube, onde desempenhou a função de garçom, passando pelo Quintandinha, no calçadão da Ruy Barbosa, até chegar à travessa Adolfo Leite (Alto Beco do Fuxico), no trecho localizado entre a rua Duque de Caxias e a Ruffo Galvão, onde fundou um bar com o seu nome, só fez aumentar a “carteira de amigos.
Como comerciante do ramo de bar, criou um dos pontos de encontro de amigos das mais diversas classes sociais, que conviviam harmoniosamente, sem distinção de diplomas ou afazeres. Para Ithiel, o que valia era a personalidade. E com essa filosofia, estabeleceu regras próprias, distintas de outros estabelecimentos similares, onde o que prevalecia era a igualdade, tanto assim que até a cerveja era socializada. Isso mesmo, a garrafa era aberta por ele e servida de copo em copo, sendo que o pagamento era feito sob o mesmo princípio da igualdade: paga mais quem chega primeiro e bebe mais.
De 28 de outubro de 1981, quando abriu o bar até o dia 12 de setembro de 1998, quando faleceu, os frequentadores eram os mesmos, ou melhor: foram sendo ampliados, sempre de acordo com as apresentações feitas pelos amigos. Ithyel se foi, mas o bar se tornou uma instituição integrada pelos mesmos amigos, celebrando as alegrias, chorando as tristezas, numa convivência perfeita e integrada.
Oriundo de uma família de renome na comunidade itabunense, Ithiel Pedreira Xavier tornou o Beco do Fuxico, mais exatamente o Alto Beco do Fuxico, num local alegre, festivo, ponto de encontro de pessoas da comunidade itabunense. Ninguém sabia decifrar a saga grapiúna como Ithiel, reunindo pessoas das mais diferentes raças, das mais diferentes torcidas esportivas, numa entidade familiar, pois era assim que consideravam uns aos outros.
Comemoração dos 25 anos do Bar do Ithiel
O Alto Beco do Fuxico perdeu a figura, a presença física de Ithiel, mas soube manter a mesma filosofia por ele implantada. Hoje, muitos dos pioneiros, dos fundadores, se foram e convivem com Ithiel na eternidade, mas deixaram seus filhos, parentes e amigos festejando as mesmas alegrias, nas mesmas datas, congregando pessoas, fazendo novos amigos.
E nesse dia 28 de outubro de 2011 o Bar do Ithiel, hoje transformado em dois estabelecimentos, comemora os 30 anos de vida, sempre calcado no mesmo ideal: formar uma família, nem sempre consanguínea, mas ligadas por laços fraternais.

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domingo, 28 de agosto de 2011

NAZAL DÁ REPETECO NA FILIAÇÃO DE MEMBROS DA ALAMBIQUE


Delícias da culinária árabe, especialidade de José Nazal

O ilheense José Nazal volta a Itabuna, desta vez para brindar convidados no evento de filiação de novos acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e ETC. (Alambique) com um lauto buffet de especialidades árabes.
Nazal foi recepcionado pelo anfitrião José Adervan e os presidente e vice-presidente da Alambique, Daniel  Thame e Walmir Rosário (nas extremidades)
A filiação dos novos acadêmicos teve como palco a sede do Jornal Agora, durante as conhecidas e disputadas “Sextas-feiras Festivas do Agora”, com a presença de diversos convidados. Não faltaram cachaças de primeira de origens variadas e cerveja Backer (último lançamento em Itabuna).
No maravilhoso buffet elaborado por José Nazal, quibe cru, quibe frito, pasteis, homus tahine e charutinhos enrolados com repolho e couve. A única reclamação foi a ausência notada da coalhada seca, por absoluta falta de tempo hábil para o preparo.
Juramento e posse dos novos acadêmicos
Na solenidade, o presidente e vice-presidente da Alambique, Daniel Thame e Walmir Rosário, respectivamente, empossaram os novos acadêmicos. Após o juramento, José Nazal (único ilheense a tomar posse até agora), Roberta Oliveira, Cláudio Soares, José Adervan e Sérgio Lima.
A direção da Alambique – diante das insistentes solicitações – busca uma data para agendar a realização de uma assembleia extraordinária em Ilhéus, por ocasião de uma das reuniões sabáticas da Turma dos RMs (rolas murchas) na Barrakitica, um dos maiores redutos da boemia ilheense.
Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 09:28 Nenhum comentário:

CONFRARIA DO ALTO BECO DO FUXICO DANÇA AO SOM DE UMA BANDA PARA TODAS AS FESTAS


Dido no trompete, Nego no teclado e voz, Anne de Cirdra no vocal e Chico Bonfim na Guitarra

Pela segunda vez se apresentando no Pálace Hall, a convite do promoter José Senna, Nego e Banda proporcionou uma das melhores festas ali realizada, não dando descanso aos casais, que permaneciam por várias músicas na pista de dança.
A festa contou com a participação dos membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, que dançaram até o dia raiar, ao som de músicas e ritmos de todas as épocas. Mais uma vez a Confraria realiza um evento social para os confrades em novos locais.
Nego, voz e teclado; Dido, trompete; Chico Bonfim. Guitarra; Ane de Cidra, vocal. Está aí uma excelente formação de banda para qualquer tipo de festa – casamento, batizado, comemorações das mais diversas.
O repertório vasta e variado, elaborado para atender os mais requintados gostos e tendências é uma marca registrada das formações musicais montada por Nego, que consegue agradar “mineiros e baianos”.
Os músicos ilheenses cruzam fronteiras e já são atrações consagradas em Itabuna, onde os convites para a animação das festas já é uma realidade e novas datas estão sendo reservadas.
O repertório variou de ritmos dos anos 60 – jazz, bossa nova, rock, boleros e sambas –, anos 70 – twist, iê-iê-iê, rock romântico, mpb –, passeando pelos anos 80 e 90, períodos musicais mais férteis, passando pelo forró pé-de-serra, country chic, além de ritmos baianos e nordestinos, sem contar nas músicas internacionais românticas.
Um show para ninguém botar defeito.
CONFIRA O ÁLBUM COMPLETO DE FOTOS

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

ACERVO DA ALAMBIQUE RECEBE DOAÇÃO

Os acadêmicos tem um pesado fardo a experimentar

O modesto acervo da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc, a ALAMBIQUE, acaba de ser reforçado com a doação de cinco garrafas de cachaça de fabricação artesanal, uma melhor do que a outra.
A doação foi feita a este blogueiro, fundador e presidente vitalício e ditatorialício da academia e prontamente comunicada ao vice, Walmir Rosário, para evitar posteriores acusações de desvio do precioso líquido.
A primeira garrafa será degustada na próxima reunião da ALAMBIQUE, marcada para a próximo sexta-feira , dia 26, às 18 horas, no Bar Artigos Para Beber (Beco do Fuxico, Itabuna).
Nota completa em
www.blogdothame.blog.br
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sábado, 18 de junho de 2011

PAPA-JACA É A MÃE É O MAIS NOVO HIT PARADE DO ALTO BECO DO FUXICO (VERSÃO COM PÚBLICO)


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PAPA-JACA É A MÃE VIRA HIT PARADE NO ALTO BECO DO FUXICO


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OAB de Itabuna promove Forró do Papa-jaca no Alto Beco do Fuxico


Advogados e membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico: congraçamento perfeito
Desde às 18 horas desta sexta-feira (17) o principal reduto da boemia itabunense – o Beco do Fuxico – também passou a acolher centenas de advogados. Uns já “velhos” conhecidos, outros nem tanto, mas que juraram transformar o Beco como extensão de seus escritórios.
A presença dos “causídicos” ao Beco teve como motivo a realização do “Forró do Papa-jaca”, festejo junino promovido pela Subsecção de Itabuna da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Itabuna). A festa foi animada pela Banda “Liberdade Provisória”, formada exclusivamente por advogados.
Velhos e novos frequentadores do Alto Beco se encontram no Forró do Papa-jaca
A partir das 18 horas, aos poucos, a frequência do Beco foi sendo ampliadas pelos advogados itabunenses e suas respectivas famílias. Para os mais chegados, o itinerário divergia: primeiro uma passada no ABC da Noite para uns dois dedos de prosa com Caboclo Alencar e umas duas doses de batida, quantidade ingerida a depender da capacidade física de cada um.
O advogado Pedro Carlos (Pepê) emocionado ao abraçar o presidente Andirlei Nascimento
Em seguida, o ritual dos advogados se estendia ao Alto Beco do Fuxico, sitio da festa, onde eram aguardados para tomar assento nos bares “Artigos Para Beber” e “Whiskytório”. Já os mais festeiros assumiram as mesas colocadas na rua, melhor dizendo, o beco.
Licores, cerveja, cachaça da boa, dentre outras bebidas, dividiam o sucesso com as comidas típicas das festas de São João, além dos tradicionais amendoins torrado e cozido e “churrasquinho de gato”, pratos tradicionais do Alto Beco do Fuxico.
DESAGRAVO JOCOSO
A Banda Liberdade Provisória animou o Forró do Papa-jaca, no Alto Beco do Fuxico
Após as músicas juninas de praxe, autênticos forrós pé-de-serra, tocadas e cantadas pela Banda Liberdade Provisória, passou a executar a música que se transformou no maior sucesso do hit parede do Alto Beco do Fuxico: a canção “Papa-jaca é a mãe”, tocada exaustivamente até o raiar do dia – a pedidos, é claro.
PRIVILÉGIO DOS ILHEENSES
Os advogados presentes ao Forró do Papa-jaca, promovido pela OAB de Itabuna no Alto Beco do Fuxico também decidiram, por unanimidade, que os Ilheenses são os únicos seres humanos do planeta com o privilégio de chamar os itabunenses de “papa-jaca”.
Caso esse nome seja proferido por pessoas ou seres alienígenas devem ser repelidos imediatamente e com o rigor que o ato merece, sendo permitido até mesmo o desforço físico, nos casos mais extremos. Também foi aprovada a concessão da liberdade e necessidade da réplica aos ilheenses, nominando-os de “papa-caranguejo”, expressão conhecida dos itabunense desde os primórdios do século passado.
ALAMBIQUE EMPOSSA ACADÊMICA
Tonet apresenta as "armas" para ingressar na Academia
Em solenidade realizada no “Forró do Papa-jaca”, a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Quimeras, Inutilidades, Utopias e Etc, (Alambique) empossou a Acadêmica Maria Antonieta Motta. Tonet – como é conhecida – é jornalista e radialista com atuação conceituada no colunista social da Bahia.
Na impossibilidade do comparecimento do presidente da Alambique, o jornalista Daniel Thame concedeu plenos poderes ao vice-presidente da Academia, jornalista Walmir Rosário, e ao diretor para Assuntos Meotísticos, Leléu, para que procedessem a investidura de Tonet nos quadros da Alambique.
Ali mesmo na mesa de bar (melhor, de rua ou beco), Tonet exibiu “as armas” e curriculum vitae, demonstrando as habilidades para o exercício do cargo. A aprovação – simbólica, como fazem os diversos parlamentos brasileiros – conferiu a Tonet a condição de “Imortal”. Conforme os estatutos da Alambique, imortal é todo aquele acadêmico que tem o corpo conservado pelo álcool.
CONFIRA ALBUM DE FOTOS COMPLETO
Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 10:29 Nenhum comentário:

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A vida como ela é no Alto Beco do Fuxico

ALAMBIQUE DO B? FOI POR POUCO…

o repouso do imortal
Depois da Agral  (Academia Grapiúna de Letras),  Alita (Academia de Letras de Itabuna)  Alambique (Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias Etc), a  Academia de Letras Jurídicas de Itabuna e da recém-anunciada Academia Maçônica de Letras Ciências e Artes da Região Grapiúna (Amalcarg); eis que desse solo itabunense, onde agora se descobre que pululam imortais,   quase surge uma nova academia.
É que durante  uma reunião da  Alambique no  bar Artigos para Beber, diante da imposição desse blogueiro, fundador e auto-nomeado presidente  vitalício (ou seria imortalício?)  da Academia, em nomear Luiz Inácio, o Lula, como presidente de honra, o  vice presidente Walmir Rosário (que não usa o `PT saudações` nem quando escreve telegramas) ameaçou fundar uma espécie de Alambique do B.
O cisma só não se consumou por conta da intervenção contundente do diretor para Assuntos Meotísticos, Leléu, que encerrou o entrevero com uma frase lapidar.
-Que porra é essa? Uma pinga tão boa na mesa vocês aí brigando por causa de política!
Enfim, entre  mortos e feridos, só não se salvou a pobre garrafa, totalmente despojada de seu precioso líquido.
Do Blog do Thame
Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 20:57 Nenhum comentário:

domingo, 29 de maio de 2011

Academia e cerveja curam jornalista


Domingos Matos (centro) considera a Alambique um "santo remédio" para todos os males

E não é que a Academina de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias e Etc.(Alambique) já está operando milagres! Presença duvidosa no lançamento da Alambique, por problemas de saúde, o jornalista Domingos Matos já se considera curado de alguns males que lhe afligiam há meses.
Logo após ao batismo (associação à academia), feito e juramentado no Bar Artigos para Beber, no Alto Beco do Fuxico, Domingos já vislumbrava alguma melhora, confirmada na segunda reunião da Alambique, realizada na sexta-feira 7). Nesta noite, o jornalista nem se lembrava da labirintite, e nem mesmo a quantidade de cerveja o deixou com sensação de tonteiras, vertigem ou perda de equilíbrio.
Considerado-se completamente curado, Domingos Matos não se lembra mais de uma gripe alérgica, tampouco das dores de coluna que deixavam o jornalista acamado ou com pouca disposição para os afazeres cotidiano.
Uma pesquisa científica já foi encomendada aos melhores especialistas do ramo.

Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 12:56 Nenhum comentário:

sábado, 28 de maio de 2011

Acadêmicos divergem e diretoria não sai


Leléu é empossado diretor para Assuntos Meiotísticos por Luiz Sena e Daniel Thame


A Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., (Alambique) não conseguiu fechar questão na escolha da diretoria que dirigirá (assim mesmo, com toda a redundância possível) os destinos da entidade.
Em reunião ordinária realizada na noite desta sexta-feira (27), no bar “Artigos para Beber”, no Alto Beco do Fuxico, localização etílica e boêmia mais privilegiada de Itabuna, os acadêmicos deram uma lição de sabedoria ao não aceitar imposições na escolha da diretoria.
As opiniões divergentes foram inúmeras, o que determinou a suspensão da reunião, para que os acadêmicos pudessem auscultar melhor seus oráculos (copos). Retomado os trabalhos, ficou decidida apenas a escolha para o cargo de Diretor para Assuntos Meiotísticos, Claudionor Menezes de Andrade, o famoso Leléu.
Apesar das inúmeras divergências, prenúncio de um racha na instituição, os acadêmicos continuaram unidos nos propósitos de dar longevidade às atividades múltiplas e conceituais da Academia, como exemplo a ser seguido pelas coirmãs e demais instituições regionais.


Do CIA DA NOTÍCIA

Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 09:35 Nenhum comentário:

ACADEMIA É FUNDADA NO BECO DO FUXICO

ALAMBIQUE, A ANTIACADEMIA I
Caboclo Alencar aprova a logomarca
Itabuna viveu nesta sexta-feira (20) um dia histórico com a fundação da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., (Alambique). As solenidades de fundações foram bastante concorridas e ocorrem em três lugares distintos: às 18 horas, no ABC da Noite, no baixo Beco do Fuxico, e às 19 horas, nos bares Artigos para Beber e Whiskytório, ambos no Alto Beco do Fuxico.
A Alambique (isso mesmo, não é erro de concordância) é considerada a antiacademia, devido à característica de não possuir regras formais (por enquanto) e ter como objetivo tratar em suas reuniões de futricas e outros assuntos relevantes e próprios de mesa de botequim, conforme está bastante evidenciado no seu nome.

ALAMBIQUE, A ANTIACADEMIA II
Acadêmicos-fundadores posam para a foto
Recebidos pontualmente às 18 horas no ABC da Noite por Caboclo Alencar, os trabalhos de fundação foram iniciados com duas rodadas de batidas de gengibre (pagas pelos acadêmicos) um garrafão do mais fino vinho da Serra Gaúcha e tira-gosto de queijos Gouda e Gruyère, foi apresentada a logomarca da Academia, aprovada sem pestanejar pelos acadêmicos e o aval do Caboclo Alencar.
Em seguida, os acadêmicos – representados pela fina flor da sociedade itabunense, a exemplo de jornalistas, advogados, médicos, motoristas, funcionários públicos de diversas ocupações, administradores, empresários, cobradores, auxiliares de serviços gerais, dentre outros – se dirigiram ao Alto Beco do Fuxico para lavrar a ata de fundação nos mais famosos estabelecimentos da boemia etílica: Artigos para Beber e Whiskytório.

ALAMBIQUE, A ANTIACADEMIA III
José Eduardo, do Artigos para Beber, aprova a Academia
Assim como aconteceu nas outras duas coirmãs de Itabuna, a solenidade de fundação foi marcada por um “racha” entre os acadêmicos, que em protesto não compareceram às solenidades realizadas no ABC da Noite, Artigos Para Beber e Whiskytório. Para “reunir os cacos” e promover a paz e o bem-estar geral dos acadêmicos, a Alambique deliberou que se reunirá, ordinariamente, em cada um desses estabelecimentos.
Também constou da ata de fundação realizar uma solenidade de desagravo aos políticos das cidades de Ilhéus e Itabuna, que brigam por um pedaço de terra. Conforme deliberação aprovada por unanimidade, os acadêmicos se reuniriam, extraordinariamente na Barrakítica, após os convites formais de praxe. O local foi escolhido por dois brilhantes motivos: ser próxima à coirmã de Ilhéus e sua aparência com o Beco do Fuxico, em Itabuna, local em que se regista a maior concentração de boêmios por metros quadrado.

ALAMBIQUE, A ANTIACADEMIA IV
O jornalista Valdenor Ferreira e Vera Lúcia, esta a primeira filiada
Assim como se verifica nas congêneres, a Alambique também permitiu em seu quadro de associados a presença do sexo feminino, sob a argumentação de que não existe qualquer concorrência entre os dois sexos. Com isso, já na fundação foi aprovado o ingresso de Vera Lúcia da Cruz, primeira mulher a ter assento, voz e voto no Bar do Ithyel, no Alto Beco do Fuxico. Outra presença feminina aprovada foi a da jornalista Manuela Berbert.
As duas tomaram posse e assentos às mesas na solenidade ocorrida nos bares Artigos Para Beber e Whiskytório.
CONFIRA O ALBUM DE FOTOS DA FUNDAÇÃO DA ALAMBIQUE
Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 09:30 Nenhum comentário:

quinta-feira, 19 de maio de 2011

BATISMO DA ALAMBIQUE

Por Daniel Thame
Confirmada para a próxima sexta-feira, dia 20, a primeira reunião da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a Alambique.

O batismo será às 18 horas, no boteco do Caboclo Alencar, seguido de um encontro dos neo-imortais no bar Artigos para Beber, ali mesmo no Alto Beco do Fuxico, em Itabuna.

Na condição de idealizador e fundador da novel academia, na falta de comendas, esse blogueiro levará encomendas de brinde: um litro de cachaça tirada diretamente de um alambique em Itarantim e alguns charutos do Recôncavo.

No mais, como dizem os amigos de sunpolo, cada um paga a sua e a amizade continua.

PS- A Alambique não tem cadeiras, a não ser cadeiras de bar. E nem tem patrono, apenas um presidente de honra, o catedrático e apreciador Luiz Inácio, democraticamente escolhido pela prerrogativa ditatorial de quem inventou esse troço.

No caso, eu!
Blog do Thame
Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 06:19 Nenhum comentário:

quarta-feira, 11 de maio de 2011

FARDÃO E CANA: NASCE A ALAMBIQUE

Itabuna não tinha nenhuma Academia de Letras.

Aí ganhou uma: a AGRAL, Academia Grapiuna de Letras. Nem bem os primeiros literatos ascenderam à imortalidade, surgiu mais uma, a ALITA, Academia de Letras de Itabuna.

Como fardão onde cabem dois, também cabem três, está surgindo a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc.; a ALAMBIQUE.

Para ser imortal na novel academia, dois requisitos básicos: ter pelo menos rabiscado algumas garatujas em papel de pão e gostar de uma birita (cachaça, cerveja, uísque, vinho, conhaque e quetais).

A Comissão Provisória da ALAMBIQUE é formada por este blogueiro (ora forçado a uma temporada de Liber), Marival Guedes, Walmir Rosário, Valdenor Ferreira, Luiz Conceição e Juarez Vicente, que democraticamente nem foram consultados, mas já estão devidamente imortalizados.

Aliás, com tanto imortal em Itabuna vai ter funerária mudando de ramo pra não falir.
http://danielthame.blogspot.com/
Postado por Confraria do Alto Beco do Fuxico às 18:04 Nenhum comentário:
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