domingo, 19 de agosto de 2012

Beco festeja mais um aniversário de José Senna

Senna observa os confrades se deliciando com o bacalhau

Neste sábado (18) o Alto Beco do Fuxico registrou mais uma data natalícia do promoter José D’Almeida Senna, o “Ibrahim Sued do Beco”. Passou dos 60 há tempos e não diz mais quantos janeiros está completando. Mesmo assim, reuniu amigos tantos para comemorar.

E não foram poucos que compareceram ao Bar Artigos para Beber, para levar o abraço ao amigo Senna e comer de pratos à base de Bacalhau (legítimo do Porto e da Noruega). Não faltaram cachaça da boa, pura ou de infusão, cerveja bem gelada, e música de primeira.

Rafael, Polega e Carlinhos, o trio parada dura do Alto Beco do Fuxico
Desde os tempos da Jovem Guarda, passando pelos bons sambas cariocas, MPB de respeito, forró, dentre outros estilos, ficaram a cargo de Carlinhos (ex-Phase e outras tantas bandas de sucesso), do musicista Rafael Barreto, Caroba, Paulo (guitarrista da extinta Banda Apache), dentre outros menos dotados.

Pepê, entre um gole e outro, administrava uma bandeja de pés de galinha

Após os devidos providenciamentos de segurança, a exemplo do fechamento do Beco Ithiel Xavier, a Confraria do Alto Beco do Fuxico e a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e ETC. (Alambique), festejaram a mudança de idade do seu membro.

Ao final, por volta da 19 horas, foi dada a garantia de que no próximo ano terá mais festança. Mas enquanto a nova data não chega, os confrades continuarão se reunindo para comemorar outros aniversários, de preferência com bastante comes e bebes pelos sábados a fora, que ninguém é de ferro.



O BECO É DO POVO COMO O ABC É DO CABOCLO

Os clientes chegaram para mais a sessão
histórica de batidas no ABC da Noite

Faltou Beco e sobrou Fuxico na comemoração dos 50 anos do ABC da Noite. Centenas de abecezeiros lotaram o tradicional espaço da boêmia itabunense para dar um abraço no Caboclo Alencar e aproveitar a boca livre que só acontece a cada 50 anos, com direito a batidas, vinho, salgados e bolo de aniversário, tudo ´de grátis`.

festa teve direito a placas comemorativas, discurso (só do Caboclo),  exibição de um documentário sobre o ABC da Noite e muito fuxico, já que estamos em ano eleitoral e por lá passaram e conversaram animadamente juçaristas, azevedistas e vanistas. Todos, acima de preferencias políticas, futebolísticas e outros “íticas”, amigos de Alencar e fiéis às incomparáveis batidas do ABC da Noite.

Gabriel Nunes descerra a segunda
placa do ABC da Noite
Uma noite tão especial que o Caboclo, irredutível no horário de abertura de fechamento do ABC. Teve que fazer hora extra.

No final da festa, querendo espantar os abecezeiros que queriam esticar o ágape até altas horas, o Caboclo Alencar apareceu na rua com um fornido prato de salgadinhos e, mais Caboclo do que nunca, perpetrou:

- Comam ai que sobrou e eu ia jogar fora mesmo…

DO Blog do Thame

ALAMBIQUE HOMENAGEIA O “CABÔCO”

Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc. (Alambique), prestou merecida homenagem ao ABC da Noite, que completa 50 anos de bons serviçosetílicos, sob o comando do Caboclo Alencar.

Uma placa comemorativa ao cinquentenário do ABC da Noite foi afixada na parede do bar, imortalizando esse momento especial na história da boemia itabunense.

Mais uma entre as tantas e merecidas homenagens ao Caboclo Alencar.

HOJE É SEXTA FEIRA (27), DIA DE BEBER EM HOMENAGEM AO CABOCLO

O "Caboco" completa 50 anos servindo a "marvada"

Nesta sexta-feira, dia 27 de julho, será realizada uma merecida homenagem aos 50 anos do ABC da Noite, no Beco do Fuxico, ícone da boemia itabunense, comandado pelo Caboclo Alencar e suas batidas de antologia.

A festança começa às 18 horas, com direito à inauguração de uma  placa comemorativa. A bebemoração vai reunir os amigos de Alencar, o que garante lotação completa no Beco e se discurso houver, só do Caboclo, com sua gloriosa sabedoria de botequim.

Durante o ágape, a Via Litterarum vai comercializar, a preço camarada, exemplares do livro “O ABC do Caboco”, do professor e escritor Adylson Machado.

Abecezeiros, nesta sexta todos os caminhos levam ao Beco do Fuxico.

Ah, o Ministério da Alambique adverte: se beber, não aporrinhe.

DO BLOG DO THAME

sábado, 14 de julho de 2012

As façanhas de Carlos Farias – jurista e psicólogo


A mesa da diretoria volta a ter utilidade nos domingos festivos

A vida de aposentado não lhe fez bem e Carlos Farias tirou o pijama e foi se exercitar nas letras jurídicas. Agora, ao invés de se graduar em bacharel em direito pela Faculdade de Ilhéus receberá o título de desembargador – pela idade, é claro.
Ainda nos bancos da academia se inscreveu num concurso do Tribunal de Justiça da Bahia e foi aprovado no cargo de Conciliador. Preferiu se aprofundar no direito através da Academia. Com isso, ganharam os calouros, a exemplo do vereador e acadêmico em direito, Alisson Mendonça, que passaram a “beber” no conhecimento científico do mestre Farias.
Irrequieto, antes mesmo da formatura, prestou vestibular para o curso de psicologia, na mesma Faculdade de Ilhéus, sendo um dos melhores colocados. Na verdade, nem vestibular teria precisado fazer para ingressar no mundo do conhecimento da ciência que estuda e trata dos estados e processos mentais (comportamento humano e animal), mas esnobou conhecimento e dispensou a matrícula especial.
A notícia do ingresso em novo curso deixou amigos de Carlos Farias mais alegres e felizes do ele mesmo. Um deles, o jornalista José Adervan, já marca no calendário os domingos festivos ocupando um dos assentos à mesa da diretoria, à sombra da jaqueira, para jogar conversa fora, comer e beber das especialidades gastronômicas de dona Telma.
O Barão de Popoff voltará a tecer elogios ao casal anfitrião
Domingueiras, diga-se de passagem, com a presença física de mestres de algumas matérias menos fáceis. Entretanto, a bem da verdade, nesse caso, são válidos (os fins justificam os meios), pois conta com a benção divina, haja vista as benções consagradoras do lauto ágape, realizadas solenemente pelo Padre João Oiticica, pároco da Igreja de Nossa Senhora Aparecida, no bairro do Malhado.
Calado, analisando o que poderá vir pela frente, o jornalista Antônio Lopes, mesmo concordando com a afirmação do Barão de Popoff, o Raimundo Kruschewsky, de que Carlos Farias é o último dos grandes anfitriões de Ilhéus, diz, de forma dissimulada, que “vai sobrar” para dona Telma. E olha que ele não se refere às atividades gastronômicas.

sábado, 21 de abril de 2012

Toda ausência é atrevida – a assim “Geraldo dançou”


O histórico cachacistico de Geraldo não
convenceu os membros das academias

Aproveitando a ausência temporária do todo-poderoso e plenipotenciário presidente da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), Daniel Thame, os membros da academia, em assembleia conjunta com a Confraria do Alto Beco do Fuxico, vetaram a ingresso do deputado federal Geraldo Simões nas duas entidades.
Após intermináveis discussões na noite de sexta-feira (20), no Bar Artigos para Beber, por unanimidade dos presentes, o veto teve como base o relatório de atrocidades cometidas por Geraldo Simões quando no uso de bebidas alcoólicas. Segundo o relator do processo de pedido de ingresso, o diretor de Assuntos Meotísticos da Alambique, Leléu, o candidato (Geraldo Simões) não reúne as qualidades necessárias de um bom biriteiro e não passa de “copo sujo”.
Ainda no relatório, ficou explícito que por diversas vezes, quando do uso de uns conhaques, Geraldo Simões teria praticado atos incompatíveis com a conduta de um confrade ou acadêmico. “Todas as vezes que enche a cara promove atos impróprios para um “bom copo”, como tomar vassouradas na Califórnia, perder a direção do carro na BR-415, no trecho Ilhéus-Itabuna, dentre outras atitudes incongruentes com a honraria”.
E, continua o relatório: “Por último, ao encher a cara, na semana passada, cometeu mais um desatino, pedindo a cabeça de jornalistas que não rezam pela sua cartilha, conforme fato ocorrido e acontecido após a ingestão de uns quatro whiskys (paraguaios, diga-se de passagem), ligou para o diretor da Bamin para exigir a demissão do jornalista Ricardo Ribeiro, fato considerado desavergonhado e indigno de um membro de conceituadas instituições da qualidade da Alambique ou da Confraria do Alto Beco do Fuxico”.
Em ata lavrada e assinada pelos presentes no Alto Beco do Fuxico, publique-se e cumpra-se.

  

quinta-feira, 12 de abril de 2012

“COMER ÁGUA AO VOLANTE” ESTÁ CADA VEZ MAIS DIFÍCIL


A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (11) em votação simbólica, por unanimidade, o projeto de lei apresentado pelo deputado Hugo Leal (PSC-RJ), que amplia o número de provas que podem ser usadas para constatar o estado de embriaguez do motorista condutor de veículo. A medida visa a aperfeiçoar a chamada Lei Seca, que trata da punição de motoristas que dirigem sob efeito de determinado nível de álcool no sangue.
O texto aprovado estabelece que podem ser usadas, para constar a embriaguez, provas testemunhais, exame clínico, imagens e gravações em vídeos. Pela lei atual, só podem ser aceitas como provas o teste do bafômetro e o exame de sangue. Ele também dobra a multa de quem dirigir sob efeito de álcool ou outras drogas que causam dependência. O valor da multa para quem dirigir sob influência de álcool, que hoje é R$ 957,70, passa para R$ 1.915,40.
A matéria foi aprovada na forma de substitutivo apresentado pelo deputado Edinho Araújo (PMDB-SP) apresentado ao projeto de Hugo Leal. Caberá agora aos senadores discutirem e votar a ampliação de provas que podem ser usadas para constatar a embriaguez de motoristas. Se o texto for modificado, ele retornará para nova votação na Câmara.
A decisão de votar a matéria nesta quarta-feira foi tomada na semana passada, em reunião do presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), com líderes partidários e com os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e das Cidades, Agnaldo Ribeiro. Recentemente o Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerou válidas apenas as provas de exame de sangue e de teste do bafômetro.
Mais informações acesse Câmara dos Deputados

PESQUISA REVELA: CACHAÇA DEIXA CÉREBRO MAIS LIGADO


Bebo, logo existo. E penso mais rápido...

Uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, afirma que beber álcool em quantidades moderadas pode deixar o cérebro mais “afiado” para lidar com atividades que requerem criatividade.
O estudo foi feito com 40 homens de idades entre 21 e 30 anos recrutados de forma voluntária através do site Craigslist. Metade deles foram alcoolizados até atingir concentração de álcool no sangue de 0,075, que é acima do permitido para motoristas na maioria dos Estados americanos. Os demais continuaram sóbrios durante o estudo.
Em seguida, todos os 40 participantes foram submetidos a testes de Associações Remotas de Mednick (RAT, na sigla em inglês), que é uma forma simples e rápida usada por psicólogos para avaliar a solução de problemas criativos.
Os cientistas apresentam três palavras ao entrevistado – por exemplo, “mate”, “cadeira” e “bule”. O objetivo é encontrar uma palavra comum que possa ser associada a cada um destes termos, como a palavra “chá” (formando a palavra composta “chá-mate” e as expressões “chá de cadeira” e “bule de chá”).
Os participantes que estavam alcoolizados conseguiram acertar mais vezes as respostas, do que os sóbrios. O índice de acerto entre as pessoas que haviam bebido era de 58%, em comparação com 42% dos que não tinham ingerido álcool.
Além disso, eles apresentaram respostas de forma mais rápida (12s para os alcoolizados, em comparação com 15s dos sóbrios) e com maior incidência de “lampejos espontâneos”. Isso sugere que o álcool pode, em determinados casos, contribuir para que as pessoas encontrem respostas mais rápidas e de forma mais criativa. (da BBC Brasil)
PS- É por isso que na Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc. (Alambique), os imortais pensam (e bebem) rápido que é uma beleza!

domingo, 25 de março de 2012

MORRE ROMILDO FERNANDES

Walmir Rosário, José Adervan, Romildo Fernandes e Mariosvaldo  Macedo (de costas) no Alto Beco do Fuxico
O engenheiro e empresário agropecuário Romildo Fernandes faleceu às 2 horas deste sábado (24), em São Paulo, onde realizava tratamento cardíaco. Há algum tempo Romildo lutava contra problemas de saúde. Romildo deixa a esposa e dois filhos.
Romildo Fernandes é um homem de personalidade forte, apesar de tímido, determinado no que se propunha fazer. Ultimamente era um dos maiores incentivadores da luta pela recuperação da lavoura cacaueira e os desmando praticados pelos introdutores da vassoura-de-bruxa nos cacauais do Sul da Bahia.
O corpo de Romildo será transferido para Salvador, onde será sepultado neste domingo (25).

BARRAKITIKA RESISTE E COMPLETA 31 ANOS


Um dos famosos Carnaval dos Carnavais promovido pelo Clube RM na Barrakitika, com música saudosista 
A extensão do lar. Assim é considerado o bar que cada um frequenta. Há quem diga que todo o mundo tem um botequim para chamar de seu. E é verdade. Em Ilhéus, um desses espaços etílicos é a Barrakitika, comandada com competência por Bruno Susmaga há 31 anos.
Claro que existem botequins para todos os gostos, indo desde o tradicional pé-sujo, o dos frequentadores no pé-do-balcão, até os mais sofisticados, que exibem um cardápio de fazer inveja aos mais refinados. Pois a Barrakitika está incluída nesse grupo, com uma cozinha maravilhosa, bebidas das mais variadas, daquelas que dá pra fazer um tour pelo mundo inteiro.
Porém, como não é só comida e bebida que faz o homem feliz, o botequim precisa ter alma. Sim, isso mesmo, alma, o mesmo que aquela sensação agradável que sentimos quando aconchegado, não importando o lugar, desde que rodeado de amigos, bom papos, histórias mil. E na Barrakitika isso tem de sobra, senão, vejamos:
Qual o botequim que se dá ao luxo de ser porta de entrada e saída (claro) e corredor da Casa dos Artistas, onde se exercita o mais fino teatro de Ilhéus? Qual o melhor local para sediar o Clube RM (ou dos Rolas Murchas, como queiram), com reuniões ordinárias a partir do meio dia de todos os sábados e um grito de Carnaval (também no sábado)? Somente na Barrakitika, especialmente localizada no providencial Beco das Marchinhas.
Até mesmo o todo-poderoso presidente da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique) – com todos os poderes que lhe são revestidos como ser imortalcoolizado – já utilizou os serviços da Barrakitika para lançar o livro “A Mulher do Lobisomem”, com direito a sessão de autógrafos e tudo mais que tem direito.
E para mim a Barrakitika não podia ser indiferente, frequentador que sou dos botequins. Tanto, assim que em 27 de novembro de 2004, publiquei uma crônica no Jornal Agora, sobre a democracia reinante nos botequins, incluindo, aí a Barrakitika. Para os saudosistas que queira relembrar…não façam cerimônia.

Democracia a toda prova

Walmir Rosário*
Nada melhor do que jogar conversa fora num botequim. Quem conhece a filosofia dos frequentadores dessas extensões do trabalho e de casa sabe que não existe nada melhor do que uma boa discussão para voltar pra casa aliviado das tensões após um dia de trabalho estafante. Até hoje não sei por que cargas d’água os médicos (principalmente os cardiologistas) não prescrevem para os estressados candidatos a pontes de safena uma passadinha diária num dos muitos botequins dacidade.
Botequim que se preza deve oferecer aos clientes boas e variadas bebidas, cerveja gelada e tira-gostos de se comer “rezando”. Taí uma receita que não falha e depende apenas de acrescer uma boa dose de atendimento exemplar, que o sucesso está assegurado. Com todos esses ingredientes, bons clientes chegarão aos borbotões, e como o homem é um ser gregário, aí é só ir fazendo a seleção natural.
Eu mesmo conheço vários em diversas cidades, aos quais faço questão de frequentar sempre que retorno, pois vejo os amigos, fico a par das notícias passadas e ainda posso fazer previsões para o futuro. Em Ilhéus, até hoje “choro” o desaparecimento do Sancho Pança, reduto de vários “tribos”, que se reuniam em vários ambientes.
Mas como Secundino decidiu mudar de ramo, mudaram-se também os clientes para a não menos gostosa Barrakitika, que resiste bravamente até hoje, reunindo artistas e intelectuais das mais diversas expressões, boêmios de todos os naipes, executivos e até quem não gosta de nada disso e só quer beber em paz. Aos poucos, esses importantes redutos vão caindo, enquanto outros, como os botecos do Beco do Fuxico, em Itabuna, a exemplo do ABC da Noite, Whiskitório, e o Ithyel (hoje, Artigos para Beber, de Eduardo), vão ficando como os últimos bastiões da democracia.
Democracia, sim, porque não há outro local onde o contraditório, a discordância de idéias sejam tão respeitados como numa mesa de bar. E vai além, nesses locais, o debate vai muito além das quatro cadeiras (de uma mesa) e chega até às mesas vizinhas sem a menor cerimônia. Esporte, vida alheia e política são as mais preferidas, esta última capaz de exaltar os ânimos dos mais comedidos (a depender de quantas doses já tenham tomado), e tudo fica esclarecido.
Que maior exemplo de democracia poderia ser apresentado ao leitor do que a mesa de bar, onde os pares se reúnem sem pauta prévia nem obrigação de presença e dentro dos mais altos padrões de civilidade. No caso do bar, ainda levam muita vantagem em relação a muitas câmaras municipais, já que não complicam a vida dos munícipes nem gastam o dinheiro do contribuinte. Sem contar que debatem assuntos da comunidade.
Com isso não quero aqui execrar o trabalho dos ilustres edis, cada vez mais repudiados pelos nossos eleitores, principalmente por não costumar honrar, durante o mandato, os compromissos assumidos na campanha. Os altos subsídios (salários) percebidos para fazer pouco (ou, em alguns casos, nada) também são motivos de baixa reputação dos nossos eleitos junto à plebe ignara.
Nada mais nos resta do que, com todo o respeito, reivindicar junto aos nossos deputados federais, senadores e ao presidente da República, a convocação de uma Constituinte, para que possamos modificar o papel dos parlamentares municipais. Ao invés de eleições caríssimas, poderíamos eleger alguns bares da cidade e, através do debate democrático exercido pelos freqüentadores, apreciar (democraticamente) e aprovar as questões mais prementes da sociedade.
Uma idéia de vanguarda como essa poderia fazer com que os políticos passassem a agir de acordo com a vontade das bases, atuando em sistema de rodízio, de acordo com a proximidade da questão. Assim, o povo do São Caetano não estaria interferindo nas questões da Califórnia e vice-versa. Porém, a maior contribuição seria a conscientização sobre a necessidade do exercício da democracia, sem pressões, como exercem hoje nossos prefeitos.
*Advogado, jornalista e frequentador assíduo de botequins.

sábado, 10 de março de 2012

Alambique desbanca pesquisa americana

Em assembleia extraordinária realizada na noite desta sexta-feira (9), no Alto Beco do Fuxico, a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique) desqualificou a pesquisa realizada por três cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, que destacam um responsável pela mudança na saúde pública mundial, além do cigarro e do álcool: o açúcar.
Na pesquisa, os autores afirmam que os efeitos danosos do açúcar no organismo humano são semelhantes aos promovidos pelo álcool e que seu consumo também deveria ser regulado. Isso porque de acordo com as Nações Unidas, doenças crônicas não transmissíveis como câncer, diabetes e problemas no coração já são responsáveis por cerca de 35 milhões de mortes ao ano.
O argumento utilizado pelos acadêmicos imortalizados no álcool foi o de que a pesquisa é inócua, pois há anos o tema é de largo conhecimento no Alto Beco do Fuxico e bares afamados de Itabuna que, ao prepararem a bebida, perguntam aos clientes se preferem adoçantes ao uso do açúcar. Em alguns casos, a depender do grau da diabetes, recomendam a caipirinha sem doce algum.
Como a matéria foi de amplo consenso entre os acadêmicos, nada mais foi dito nem perguntado, expedindo-se uma nota oficial sobre o assunto, censurando os cientistas e a universidade por gastarem o dinheiro do contribuinte americano com pesquisas de somenos importância. Após a conclusão da nota, os acadêmicos sorveram altas doses de caipirinha, com açúcar, por não estarem incluídos nesse grupo de risco. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

SEBASTIÃO NERY É O NOVO IMORTAL DA ALAMBIQUE

Sebastião Nery com Daniel Thame e Walmir Rosário: imortalcoolizado
Criada em Itabuna e já devidamente instalada em Ilhéus, a Academia de Letras, Artes, Biritas, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc, a gloriosa  ALAMBIQUE, expande-se para o Brasil inteiro. Na segunda-feira (26) durante um lauto almoço in petit comite oferecido pelo jornalista José Adervan em seu palacete no Góes Calmon (como diriam os centenários colunistas sociais), foi imortacoolizado o jornalista Sebastião Nery, um dos mais longevos e respeitados profissionais de comunicação do país.
Pilotando um vinho bourbon dos mais honestos (francês legítimo), Nery passou à imortalidade sob as bênçãos desse blogueiro, presidente vitalício, imortalicio e ditatorialicio da Alambique e do vice Walmir Rosário, que preferiram uma cachaça mineira igualmente  honesta.
Inspirado pela imortalidade que lhe foi concedida em terras grapiúnas, Sebastião Nery, que nasceu em Jaguaquara, na Bahia, perpetrou uma das histórias mais engraçadas do ágape, em tarde finas iguarias e bebidarias.
Ao questionar o cartunista Jaguar, bebedor sacramentado e juramentado, porque ele, passando dos 80 anos, não largava o copo, ouviu uma resposta lapidar:
-Nery, se largar o copo eu perco e equilíbrio e caio.
Eis aí um alambiquista nato!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Itassuci no Alto Beco do Fuxico

Itassucy e Banda animam confrades e imortais no Alto Beco do Fuxico


Nesta sexta-feira (9), a partir das 19 horas, Itassucy e Banda se apresentam no Alto Beco do Fuxico, em Itabuna. O evento é promovido pela Confraria do Alto Beco do Fuxico, em parceria com a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc (Alambique), para a confraternização de Natal dos confrades e imortalizados (conservados no álcool, melhor dizendo).

O palco dos festejos, como não poderia deixar de ser, é o salão de festas da Confraria do Alto Beco do Fuxico e da Alambique, localizado na travessa Ithiel Xavier.

A ALAMBIQUE METE A COLHER (OU O COPO) NA GUERRA DE EGOS DA ALITA

Vai um chazinho de cana aí pra relaxar, irmãos de imortalidade?
A guerra de egos que explodiu na recém criada Academia de Letras de Itabuna (Alita), envolvendo o imortalmente e internacionalmente conhecido poeta Cyro de Mattos e o presidente da casa, excelentíssimo e imortalíssimo juiz Marcos Bandeira mostra o quão foi acertada a criação da Academia de Letras, Artes, Biritas, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc, a gloriosa  ALAMBIQUE.
Na diatribe de Cyro, sobrou até para o bispo Dom Ceslau e para o editor Agenor Gasparetto, sem contar com o time de pretensos imortais da equipe do Capitão Azevedo, alvejados pela língua ferina do poeta.
Pois na ALAMBIQUE, que tem este blogueiro como fundador e presidente vitalício e Walmir Rosário como vice igualmente vitalício (ambos imortalicios também), isso não acontecerá jamais.
Primeiro porque o regime é ditatorial. Quem discordar do presidente e do vice perde o direito à cachaça grátis.
Segundo, porque a ALAMBIQUE não tem sede, nem mobiliário, nem vestuário. Tem é sede de uma branquinha honesta, e isso a gente degusta num bom boteco e ultimamente na sala de José Adervan e seu farto estoque.
Terceiro porque, cá pra nós, tem gente se leva a sério demais.
E disso, embora imortais, a gente morre de rir.
Os pobres mortais que desejam conhecer os motivos das futricas na Alita pode acessar aqui o Pimenta Blog.
DO BLOG DO THAME

sábado, 29 de outubro de 2011

Alto Beco do Fuxico entra na era de Balzac


A placa com o nome da rua foi afixada no  bar de origem
Nem mesmo o filósofo Honoré de Balzac pode avalizar a passagem do Bar do Ithiel para a casa dos 30 anos. Pois é, tirando os que não conseguiram – por contingências biológicas – a presenciar o aniversário, os que ainda continuam vivos comemoraram com muita vibração a entrada na terceira década de existência etílica.
Dos que ainda continuam vivos, algumas ausências foram notadas, a exemplo de Manuel Aquino (Cambão), Jacozinho, Napoleão Guimarães, José Ribeiro, Dudu Rocha (internado em Ilhéus), Gilson Babaca (enterrado no Banco da Vitória), e os inimigos Carlucha e Faruk (por motivos óbvios), dentre outros. Mesmo assim, as ausência foram lembradas com a farta distribuição de cachaça de alambique (não confundir com a Academia).
A fila do "INSS" do mocofato
Mas, como sempre, festa no Alto Beco do Fuxico lembra comemorações, feitas no mais alto estilo, conforme os manuais de relações públicas do promoter José D’Almeida Sena. Dentro desse preceito, além de cerveja gelada, os festejos foram reforçados com um suculento “mocofato”, que levou a assinatura de Danilu’s Bar.
Pois é, tanto conversa jogada fora é para explicar os 30 anos da implantação do Bar do Ithiel, ponto de resistência etílica encravada no Alto Beco do Fuxico, por Ithiel Pedreira Xavier em 28 de outubro de 1981. Durante esse tempo, milhares de hectolitros de cerveja foram consumidos pelos clientes cativos do bar, alguns já desaparecidos, enquanto outros tantos foram chegando e permanecendo.
Para completar a festa, o Alto Beco do Fuxico, ponto de referência da boemia itabunense, transformou o aniversário em homenagem ao criador do reduto. A partir de agora, o trecho compreendido entre as ruas Duque de Caxias e Ruffo Galvão passou a ser chamado (de fato e de direito) de Travessa Ithiel Xavier, numa homenagem mais do que merecida.
Davidson, com Wenceslau, lembra de Bebeto no Beco
Para dar cunho oficial à homenagem, o vereador Wenceslau Júnior apresentou projeto de lei na Câmara de Itabuna, modificando o nome logradouro. Projeto mais do que justo, conforme a avaliação dos vereadores, que o aprovaram por unanimidade. Mesmo antes de da sanção do prefeito, foi confeccionada uma placa com o novo nome da travessa e afixada na última sexta-feira (28), com a presença dos frequentadores e o vereador.
Ressaltando um dos clientes fundadores do Bar do Ithiel, o presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, lembrou que o bar era um dos locais preferidos do seu pai, o artista plástico e decorador Alberto Messias. Segundo Davidson, o Bar do Ithiel não era simplesmente um bar e sim foi uma confraria de amigos, que mesmo professando os mais diferentes credos e convicções políticas, sempre mantiveram uma perfeita harmonia.
DEMOLIDOR DE MITOS
Ana Carolina não quis correr novo risco e foi comemorar o aniversário de casamento no Alto Beco do Fuxico
Considerado um “clube do Bolinha”, a primeira mulher a frequentar o Bar do Ithiel foi Vera Rodrigues, que sempre acompanhava um dos fundadores do bar, Paulo Fernando Nunes da Cruz, o Polenga, seu esposo. Após quebrado o mito, várias esposas passaram a frequentar o Alto Beco do Fuxico, inicialmente durante as confraternizações de Natal e São João.
Um dos casos que mais chamou a atenção foi a ausência do advogado Pedro Carlos Nunes de Almeida na comemoração do seu nono aniversário de casamento. Pepê, como é mais conhecido, faz parte da turma que promoveu a mudança do mobiliário para a fundação do bar. O problema era que no mesmo dia de fundação do bar, 28 de outubro de 1981, era o aniversário do seu casório, para o desespero da família.
Taninha Barreto foi debutar nos 30 anos do Alto Beco
Agora, durante a comemoração dos 30 anos, Ana Carolina não se fez de rogada e foi comemorar o aniversário de 39 anos de casamento no Alto Beco do Fuxico. Assim como ela, a Tânia Barretto (Taninha) também resolveu debutar no Alto Beco do Fuxico, ao acompanhar o seu esposo, Rafael Barreto, membro da Confraria do Alto Beco do Fuxico.
Dejaci, da Banda Lordão, animou a festa dos 30 anos
Do mesmo modo, frequentadores, confrades e acadêmicos da Alambique comparecem com suas esposas para assistir o show musical dado pelo músico Dejaci, da Banda Lordão. No repertório, músicas de todos os tempos e dos diversos estilos.
VEJA TODAS AS FOTOS DA COMEMORAÇÃO DOS 30 ANOS DO ALTO BECO DO FUXICO

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Alto Beco Fuxico completa 30 anos e Ithiel Xavier dá nome à travessa


Ithiel Xavier, empresta nome ao Alto Beco
Fundado em 28 de outubro de 1981, o Bar do Ithiel completa 30 anos nesta sexta-feira (28) e é alvo de comemorações no Alto Beco do Fuxico. A partir das 18 horas, desta sexta, a Confraria do Alto Beco do Fuxico se reúne para bebemorar a data, relembrando os frequentadores do antigo Bar do Ithiel, que atualmente se divide em “Artigos para Beber” e “Whiskytório”.
Na festa dos 30 anos os confrades do Alto Beco do Fuxico farão reunião conjunta com a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Utopia e Etc. (Alambique) para inaugurar um toldo de proteção contra sol e chuva. Toda a festa será regada com cachaça de alambique (naturalmente) e mocofato, uma das especialidades do cardápios dos confrades e acadêmicos.

TRAVESSSA ITHIEL XAVIER
Para completar a solenidade, o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) entregará aos confrades e acadêmicos cópia da lei que institui novo nome do trecho da (antiga) travessa Adolfo Leite, entre as ruas Duque de Caxias e Ruffo Galvão, que passará a se chamar “Travessa Ithiel Xavier”, numa homenagem ao fundador e proprietário do bar que deu origem à Confraria do Alto Beco do Fuxico.
Com a presença do vereador Wenceslau Júnior, uma placa com o nome da rua será afixada no local. O projeto de mudança do nome da travessa foi de autoria do vereador, atendendo à solicitação dos frequentadores do local, através de um abaixo assinado. Relatado pelo vereador Solon Pinheiro, o projeto foi aprovado quarta-feira (26), em primeira votação, e quinta-feira (27), em segundo e último escrutínio, todos por unanimidade.
Hoje são dois bares à disposição dos confrades



JUSTIFICATIVA DO PROJETO
Segundo a justificativa do vereador Wenceslau Júnior, de comerciário a comerciante, Ithiel Pedreira Xavier construiu uma legião de amigos, que o acompanhavam por onde estivesse. No Grapiuna Tênis Clube, onde desempenhou a função de garçom, passando pelo Quintandinha, no calçadão da Ruy Barbosa, até chegar à travessa Adolfo Leite (Alto Beco do Fuxico), no trecho localizado entre a rua Duque de Caxias e a Ruffo Galvão, onde fundou um bar com o seu nome, só fez aumentar a “carteira de amigos.
Como comerciante do ramo de bar, criou um dos pontos de encontro de amigos das mais diversas classes sociais, que conviviam harmoniosamente, sem distinção de diplomas ou afazeres. Para Ithiel, o que valia era a personalidade. E com essa filosofia, estabeleceu regras próprias, distintas de outros estabelecimentos similares, onde o que prevalecia era a igualdade, tanto assim que até a cerveja era socializada. Isso mesmo, a garrafa era aberta por ele e servida de copo em copo, sendo que o pagamento era feito sob o mesmo princípio da igualdade: paga mais quem chega primeiro e bebe mais.
De 28 de outubro de 1981, quando abriu o bar até o dia 12 de setembro de 1998, quando faleceu, os frequentadores eram os mesmos, ou melhor: foram sendo ampliados, sempre de acordo com as apresentações feitas pelos amigos. Ithyel se foi, mas o bar se tornou uma instituição integrada pelos mesmos amigos, celebrando as alegrias, chorando as tristezas, numa convivência perfeita e integrada.
Oriundo de uma família de renome na comunidade itabunense, Ithiel Pedreira Xavier tornou o Beco do Fuxico, mais exatamente o Alto Beco do Fuxico, num local alegre, festivo, ponto de encontro de pessoas da comunidade itabunense. Ninguém sabia decifrar a saga grapiúna como Ithiel, reunindo pessoas das mais diferentes raças, das mais diferentes torcidas esportivas, numa entidade familiar, pois era assim que consideravam uns aos outros.
Comemoração dos 25 anos do Bar do Ithiel
O Alto Beco do Fuxico perdeu a figura, a presença física de Ithiel, mas soube manter a mesma filosofia por ele implantada. Hoje, muitos dos pioneiros, dos fundadores, se foram e convivem com Ithiel na eternidade, mas deixaram seus filhos, parentes e amigos festejando as mesmas alegrias, nas mesmas datas, congregando pessoas, fazendo novos amigos.
E nesse dia 28 de outubro de 2011 o Bar do Ithiel, hoje transformado em dois estabelecimentos, comemora os 30 anos de vida, sempre calcado no mesmo ideal: formar uma família, nem sempre consanguínea, mas ligadas por laços fraternais.

domingo, 28 de agosto de 2011

NAZAL DÁ REPETECO NA FILIAÇÃO DE MEMBROS DA ALAMBIQUE


Delícias da culinária árabe, especialidade de José Nazal

O ilheense José Nazal volta a Itabuna, desta vez para brindar convidados no evento de filiação de novos acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e ETC. (Alambique) com um lauto buffet de especialidades árabes.
Nazal foi recepcionado pelo anfitrião José Adervan e os presidente e vice-presidente da Alambique, Daniel  Thame e Walmir Rosário (nas extremidades)
A filiação dos novos acadêmicos teve como palco a sede do Jornal Agora, durante as conhecidas e disputadas “Sextas-feiras Festivas do Agora”, com a presença de diversos convidados. Não faltaram cachaças de primeira de origens variadas e cerveja Backer (último lançamento em Itabuna).
No maravilhoso buffet elaborado por José Nazal, quibe cru, quibe frito, pasteis, homus tahine e charutinhos enrolados com repolho e couve. A única reclamação foi a ausência notada da coalhada seca, por absoluta falta de tempo hábil para o preparo.
Juramento e posse dos novos acadêmicos
Na solenidade, o presidente e vice-presidente da Alambique, Daniel Thame e Walmir Rosário, respectivamente, empossaram os novos acadêmicos. Após o juramento, José Nazal (único ilheense a tomar posse até agora), Roberta Oliveira, Cláudio Soares, José Adervan e Sérgio Lima.
A direção da Alambique – diante das insistentes solicitações – busca uma data para agendar a realização de uma assembleia extraordinária em Ilhéus, por ocasião de uma das reuniões sabáticas da Turma dos RMs (rolas murchas) na Barrakitica, um dos maiores redutos da boemia ilheense.

CONFRARIA DO ALTO BECO DO FUXICO DANÇA AO SOM DE UMA BANDA PARA TODAS AS FESTAS


Dido no trompete, Nego no teclado e voz, Anne de Cirdra no vocal e Chico Bonfim na Guitarra

Pela segunda vez se apresentando no Pálace Hall, a convite do promoter José Senna, Nego e Banda proporcionou uma das melhores festas ali realizada, não dando descanso aos casais, que permaneciam por várias músicas na pista de dança.
A festa contou com a participação dos membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, que dançaram até o dia raiar, ao som de músicas e ritmos de todas as épocas. Mais uma vez a Confraria realiza um evento social para os confrades em novos locais.
Nego, voz e teclado; Dido, trompete; Chico Bonfim. Guitarra; Ane de Cidra, vocal. Está aí uma excelente formação de banda para qualquer tipo de festa – casamento, batizado, comemorações das mais diversas.
O repertório vasta e variado, elaborado para atender os mais requintados gostos e tendências é uma marca registrada das formações musicais montada por Nego, que consegue agradar “mineiros e baianos”.
Os músicos ilheenses cruzam fronteiras e já são atrações consagradas em Itabuna, onde os convites para a animação das festas já é uma realidade e novas datas estão sendo reservadas.
O repertório variou de ritmos dos anos 60 – jazz, bossa nova, rock, boleros e sambas –, anos 70 – twist, iê-iê-iê, rock romântico, mpb –, passeando pelos anos 80 e 90, períodos musicais mais férteis, passando pelo forró pé-de-serra, country chic, além de ritmos baianos e nordestinos, sem contar nas músicas internacionais românticas.
Um show para ninguém botar defeito.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

ACERVO DA ALAMBIQUE RECEBE DOAÇÃO

Os acadêmicos tem um pesado fardo a experimentar

O modesto acervo da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc, a ALAMBIQUE, acaba de ser reforçado com a doação de cinco garrafas de cachaça de fabricação artesanal, uma melhor do que a outra.
A doação foi feita a este blogueiro, fundador e presidente vitalício e ditatorialício da academia e prontamente comunicada ao vice, Walmir Rosário, para evitar posteriores acusações de desvio do precioso líquido.
A primeira garrafa será degustada na próxima reunião da ALAMBIQUE, marcada para a próximo sexta-feira , dia 26, às 18 horas, no Bar Artigos Para Beber (Beco do Fuxico, Itabuna).
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